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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Fernando Madrinha

Se existem razões pelas quais eu todos os sábados compro o Expresso, a mais importante é concerteza o prazer que me dá a leitura das crónicas do Fernando Madrinha.

No passado fim de semana , aborda de forma primorosa quem tem uma vida inteira de descontos para a Segurança Social e não se pode reformar.

Leiam pois vale a pena:

Quarenta anos bastam

O Governo e os economistas dizem que teremos mais um ano de desemprego galopante, se tudo correr pelo melhor. E correrá? Ninguém o pode garantir. A prometida reforma do capitalismo foi mero desabafo num momento de aflição e o sistema continua a funcionar praticamente nos moldes em que funcionava antes, com o capital financeiro livre para os mesmos vícios e desmandos que quase levaram o mundo à ruína.

Acresce, no caso português, um Estado pedinte e apertado pelo défice, além de empresas que foram muito rápidas no despedimento ao primeiro sinal de crise, mas que só voltarão a contratar quando a retoma estiver segura. Assim, dezenas de milhares de jovens à procura do primeiro emprego continuarão sem o encontrar em 2010. Isto enquanto trabalhadores mais velhos ainda activos sentem o posto de trabalho como uma canga, após 40 ou mais anos de labuta, e de bom grado dariam lugar aos jovens.

O aumento da esperança média de vida, conjugado com a diminuição da natalidade e a consequente redução das contribuições para a Segurança Social, força os Estados a retardarem cada vez mais a idade da reforma. Parece não haver alternativa. Mas quem trabalha desde os 15/16 anos e desconta para a reforma há mais de 40 não devia ser obrigado a esperar pelos 65 para ter direito à pensão por inteiro. Enfrenta uma situação de injustiça relativa perante os restantes cidadãos, visto que precisa de trabalhar mais anos para obter o mesmo direito. E ocupa, em muitos casos com duvidosa produtividade, postos de trabalho que estariam mais bem entregues a jovens que por eles anseiam.

Este tema do direito à reforma por inteiro após 40 anos de descontos anda na agenda política desde que o Bloco de Esquerda o introduziu, na anterior legislatura. O PCP retoma-o agora com outra iniciativa legislativa. Representa com certeza algum custo para o Estado, mas deve merecer uma atenção especial do Governo e dos partidos. Já porque abre espaço ao emprego para jovens e outros desempregados, já porque não é justo roubar-se o direito à velhice a quem, há muitos anos, a pobreza roubou o direito à juventude.

Fernando Madrinha

sinto-me:
publicado por Tubarão às 00:57

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De Zé da Burra o Alentejano a 27 de Novembro de 2009 às 11:44
As empresas industriais (e depois as outras) estão a deslocar-se para oriente enquanto que cada vez serão precisos menos trabalhadores para se produzir o mesmo em virtude da informatização e da automatização em todas as áreas de trabalho. Assim, todos nós sabemos qual será o futuro mais que provável das crianças que estamos a trazer agora ao mundo: O DESEMPREGO! É uma desgraça! e só nos continuamos a reproduzir ainda apenas por imperativo de instinto animal.
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