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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

Os animais são nossos amigos

Entro em casa, depois de um dia de trabalho, cansado e pronto a estender-me no sofá, frente à televisão, premindo passivamente as teclas do controlo remoto enquanto os olhos passam – sem olhar - pelos vários canais da TV Cabo. Pelo chão de toda a casa estão distribuídos pedaços destruídos pelos afiados dentes da Camy, os mais variados objectos da cadela pastor-alemão de estimação. Ralho, grito, e arrependo-me logo a seguir. Com a cauda encolhida, a Camy olha-me de soslaio, num esgar de subserviência, como que a pedir desculpa pelo seu desvario. Ter um cão é assim.
E, é importante não esquecer, com as suas molhadas lambidelas durante a noite, a meio de um sono profundo. A Camy - o meu cão a quem os mais enciumados da família chamam de « filho » - faz xixi onde não deve, gosta de roer sapatos e arranhar-me as pernas, saltando sempre que chego a casa. Mas não sei viver sem ela. Afinal, não se tem um cão só para fazer festas.Têm por mim uma dedicação sem igual. E eu por ela e por todos os outros cães. Porquê? Porque, ao contrário de muita gente, não têm rancor, não têm interesses, não são oportunistas, estão sempre prontos a receber o dono com um olhar vivo e dócil. Mesmo depois de uma zanga pelo descuido no meio da sala, pelo sapato meio roído, encontrado debaixo da cama, ou pelos bifes do jantar «roubado» de cima da mesa. Os cães não sabem o que é inveja, egoísmo, ressentimento. Dão sem pedir nada em troca. Apenas dão. São o melhor amigo do Homem, lá diz o povo. E com razão.Que importância tem que larguem pêlo no sofá ou que nos «obriguem» a gastar mais uns tostões nas idas aos veterinários, se todos os dias nos comovem com a sua generosidade sem limites? É que os cães também se amam, para surpresa dos monstruosos autómatos em forma humana que diariamente abandonam os seus animais, atirando-os pela janela do carro como se de um lenço de papel se tratasse. E quem os tem sabe com certeza do que falo.
Este texto tem uns anos pois a Camy já não está entre os vivos!


Medo de cães? Nem pensar. Acautelo-me, isso sim, com as pessoas.
Por esse motivo viva a Zizas o Labrador que agora me conforta!
publicado por Tubarão às 13:36

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Cheira bem cheira a Lisboa


publicado por Tubarão às 13:35

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APRESENTAÇÃO

Depois de muito pensar a minha Mariana resolveu-me o problema em 10 segundos!
Porque não fazes um blogue?
Lisboeta, benfiquista de direita é "aqui" que vou estar quando o tempo o permitir!Seja o que Deus quiser!
publicado por Tubarão às 11:01

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