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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016

António Esteves

Muito bom este artigo escrito pelo jornalista António Esteves, que ainda para mais faz o favor de ser meu amigo.

Publicado na RTP.

 

Não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu

É um dos aspectos mais nefastos e perigosos de uma organização, o exercício do "pequeno poder" ou "poderzinho", muito em voga nos dias de hoje em Portugal e que nos alimenta as conversas diárias nos momentos de convívio mais distendido. Prometi a muitos dos meus interlocutores nestas conversas que um dia destes me dedicava ao tema nestas minhas crónicas. Cá vai.

Falamos da figura menor, pouco carismática e sem poder concreto que se faz valer de uma posição de favor ou favorável junto a quem manda de facto para poder "mandar". Notem que não usei a palavra comandar. Nem dirigir. Muito menos liderar. O objectivo é mesmo mandar, a ordem pela ordem, o poder "pequenino" sem sentido, criando a ilusão para si próprio de que tem capacidades e competências para dar ordens, e tentando criar a ilusão para os outros de que tem poder de facto.

São pessoas nefastas para as empresas e organizações, porque decidem sempre num sentido que não pretende melhorar a própria empresa ou organização mas apenas servir os seus próprios propósitos ou os propósitos das pessoas a quem pretendem agradar.

São pessoas nefastas para as empresas e organizações porque do alto da sua incapacidade, da falta de preparação e de competência mandam em pessoas capazes, preparadas e competentes, com todos os efeitos negativos que este tipo de situação comporta.

São pessoas nefastas para as empresas e organizações porque colidem com o verdadeiro poder, legítimo e legitimado e não raras vezes transformam-se numa barreira à produtividade e eficácia da própria organização criando entropias difíceis de ultrapassar que se vão acumulando e reforçando no médio prazo e que acabam por ter efeitos muitas vezes desastrosos.

São finalmente pessoas nefastas para as organizações e empresas porque pensam pequeno e sem horizontes, tentando manter o seu pequeno poder, e para isso estão dispostas a tudo. Não têm ética profissional nem princípios e valores.

O problema do país, de algumas empresas e organizações é um problema estrutural, de correcta definição de competências e simplificação de processos. Somos o país refém do pequeno poder e da entropia provocada por funcionários menores que podem decidir a vida das pessoas com uma simples assinatura que recusam ou com uma decisão que não tomam só porque sim.

Admiro-me com os que se admiram por sermos um país onde reina a corrupção e o tráfico de influências. Mas num Estado onde a burocracia fala mais alto e os pequenos poderes vão tomando decisões diárias sem que a organização e o seu funcionamento sejam as principais prioridades, não admira que exista quem se disponha a pagar para resolver as dificuldades do dia a dia ou a fazer tudo para agradar para disso tirar partido ou vantagem.

Somos um país que tem, estruturalmente, graves problemas de organização, sentido de hierarquia, de definição de competências ou de recompensa do mérito e da qualidade.

Já o escrevi aqui, somos um país adiado que em muitos casos faz tudo para que não avancem mudanças estruturais e reformas profundas. Porque há um imenso mar de pequenos poderes que se agitam e agigantam quando são colocados em causa, e porque entendemos sempre que vamos lá com pequenas recompensas. Mas os problemas de saúde graves não se resolvem com aspirinas.

Na verdade, como diz o povo, não há mal que sempre dure nem bem que perdure. A grave crise que enfrentamos, não apenas económica e política, mas social, de valores e ética, de qualidade e de competência, não pode durar sempre mas dura há tempo demais. Há um tempo para tudo, e o tempo é de renovação. Nacional e internacional. Mesmo que nem sempre os caminhos escolhidos possam ser os melhores e os mais indicados.

publicado por Tubarão às 14:42

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Terça-feira, 12 de Abril de 2016

O alfaiate do Panamá

Uma investigação internacional de diversos anos, e tendo centenas de jornalistas a acompanhá-la, dê-nos a conhecer mais um mar de actividades dos que não querem pagar impostos como o cidadão o deve fazer.

Quem quer pagar impostos ou melhor, quem não quer fugir aos mesmos, não usa paraísos fiscais.

Estes servem para que? Para fugir a impostos e para guardar dinheiro obtido de forma duvidosa. Mais, permitem a ocultação dos terroristas da cidadania

Quando alguém coloca dinheiro numa offshore está a faze-lo por motivos fraudulentos na esmagadora maioria dos casos. Senão vejamos, o que este processo em termos nacionais já trouxe ao nosso conhecimento: um banco utilizava este “esquema” há mais de 20 anos. O seu nome? BES.

O banco tinha mais de 300 offshores, uma rede gigantesca que iam da Suíça ao Luxemburgo e nos levavam até inclusivamente à Líbia durante o consulado de Kadhafi.

Quando falamos em escândalos lá nos aparece sempre o mesmo nome……….já nem admirados ficados quanto mais estupefactos.

 

A grande maioria quis ocultar património, quis não pagar impostos, quis essencialmente esconder….. esconder……… esconder. Todos nós sabemos que ter uma offshore não é crime, antes pelo contrário é permitido por lei, o que não é permitido e é crime é ocultar a existência da mesma e não pagar os impostos respectivos relativamente ao seu próprio país.

O problema não esta no modelo mas sim naquilo que as pessoas fazem com o mesmo a questão é moral, de valores de princípios.

Estamos perante um “doença mundial”, um vírus que vai da Rússia à Islândia passando Grã-Bretanha. Eles são políticos, artistas de cinema, etc etc

Esta investigação vai criar uma pressão sobre a sociedade em geral, mas mais particularmente sobre a classe politica. Esta, tem de saber legislar para que seja possível esta criminalidade ser investigada pelas polícias de cada Estado e não estarmos dependentes do jornalismo de investigação.

Longe vão os tempos em que a política mandava na economia, o mundo actual é comandado por números e principalmente por números com muitos zeros à direita. Depois dos “ Panamá Papers” nada ficará na mesma, pelo menos enquanto o assunto estiver na ordem do dia, os aldrabões ficarão mais refinados e os estados terão tendência para demonstrar o ético.

Obama criticou as empresas americanas que gostavam dos benefícios nacionais mas pagavam impostos noutros países (onde é que já vi isto ????????).

A Europa continua fazer de conta que não vê permitindo diferentes regimes fiscais na sua área geográfica como por exemplo a Holanda, refugiu de diversas empresas portuguesas.

Nos por cá cantamos, ouvimos e lemos !

publicado por Tubarão às 19:40

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Quarta-feira, 6 de Abril de 2016

Guerra e Paz

Estamos em guerra.

A Europa e a civilização ocidental.

Os atentados do dia 22 de Março em Bruxelas, depois dos de Paris, demonstram que declaram-nos guerra.

Quem mata indiscriminadamente é porque declarou guerra, a quem sofre na pele estes mesmos ataques traiçoeiros.

Depois de terem já atacado algumas capitais europeias, os terroristas do estado Islâmico fizeram explodir diversas bombas na Bélgica, mais concretamente duas no aeroporto e uma no metro de Bruxelas.

Mortos e centenas de feridos foi o resultado de mais uma acção destes loucos, que não pode ser esquecida e muito menos perdoada.

A Europa, e não me refiro só à União Europeia, juntamente com os Estados Unidos devem desde já declarar guerra a este movimento.

Mudemos a agulha.

Em Angola um conjunto de cidadãos angolanos que estavam a ser julgados “por ameaças” ao estado angolano acabaram condenados a penas de prisão que vão de dois a oito anos.

Não me vou alongar muito com o facto de não ser possível ter opinião contrária naquele país, pois já o fiz diversas vezes, mas sim com dois factos que me parecem anormais.

Primeiro como é possível em 2016 condenar-se alguém pelo simples facto de ler um livro?

Foi com base nesta realidade que a acusação e o tribunal se fundamentaram e que levou às penas de prisão. Mais, como é possível aparecer nas alegações finais acusações que não foram levantadas durante o julgamento? Estamos perante uma situação de completa falta de democraticidade e de liberdade de expressão.

Segundo, e mais grave já que diz respeito ao nosso jardim, como foi possível na Assembleia da Republica o PCP, CDS e PSD não condenarem estas faltas de democraticidade?

Tenho muita dificuldade em entender seja à esquerda seja à direita estes posicionamentos. Haverá com certeza alguma razão que a razão desconhece.

Depois de falarmos de guerra falemos agora de paz.

Na passada semana tivemos a notícia de um avião desviado para Chipre por um egípcio. Primeira leitura: mais um terrorista em acção. Verdadeira razão: Um homem que tentava entregar uma carta à ex-companheira. Uma carta de amor.

O mundo pode estar em guerra mas ainda existem pessoas que fazem da vida um valor inatacável.

publicado por Tubarão às 08:17

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Quinta-feira, 31 de Março de 2016

Artigo publicado em que jornal ???????

Tribunal angolano dita sentença
 

O Tribunal Provincial de Luanda condenou os 17 cidadãos angolanos, que estão a ser julgados desde Novembro passado, a penas que vão dos dois a oito anos e seis meses de prisão, pelos crimes, entre outros, de actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores. A defesa e o Ministério Público anunciaram que iriam apresentar recurso para o Tribunal Supremo de Angola.

Face à instrumentalização deste processo em Portugal, o PCP, reafirmando a defesa do direito de opinião e manifestação e dos direitos políticos, económicos e sociais em geral, tem sublinhado a importância do respeito pela soberania da República de Angola, do direito do seu povo a decidir – livre de pressões e ingerências externas – o seu presente e futuro, incluindo da escolha do caminho para a superação dos reais problemas de Angola e a realização dos seus legítimos anseios.

Reiterando a defesa dos direitos e garantias dos cidadãos angolanos – e não se pronunciando sobre as motivações dos cidadãos angolanos envolvidos neste processo, nem sobre a forma como as autoridades angolanas intervieram no decurso deste –, o PCP tem igualmente reiterado que cabe às autoridades judiciais angolanas o tratamento deste ou de outros processos que recaiam no seu âmbito, no quadro do normal funcionamento das suas instituições e de acordo com a sua ordem jurídico-constitucional.

Neste sentido, e não esquecendo a longa guerra de subversão e agressão externa que foi imposta ao povo angolano e que tantos sofrimentos e destruição causou, o PCP tem sublinhado que não acompanha campanhas que, procurando envolver cidadãos angolanos em nome de uma legítima intervenção cívica e política, visam efectivamente pôr em causa o normal funcionamento das instituições angolanas e desestabilizar de novo a República de Angola, com a invocação de argumentos e pretextos já utilizados para justificar a ingerência externa exercida sobre outros países, nomeadamente no continente africano.

publicado por Tubarão às 19:00

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016

Uns são filhos outros são enteados

Muito se tem falado e escrito a propósito da aplicação das 35 Horas aos empregados do estado.

Pergunto, desde já, porquê só aos empregados do estado?

Os empregados do sector privado não o merecem?

Não é de agora que escrevo umas linhas denunciando o facto de uns trabalhadores (os do privado) não serem tratados como os trabalhadores do sector publico.

Ainda não passaram muitos anos quando os trabalhadores do sector publico se podiam reformar 4 a 5 anos mais cedo do que os trabalhadores do sector privado.

Mais, havia inclusivamente o factor “tempo de trabalho” onde os funcionários públicos podiam se reformar com 35 anos de serviço e os do privado só com o limite de idade.

Alguém viu alguma vez uma central sindical levantar a voz contra estes dois pesos completamente diferentes? Não pois não?

Aliás, deixem-me partilhar com vocês algumas atitudes “engraçadas”: a concertação social serve para o que convêm não havendo uma linha orientadora, séria e ética pois se tal acontecesse era lá que as 35 horas deviam ser estabelecidas e não na Assembleia da Republica.

Desde sempre e como trabalhador por conta de outrem, já lá vão 45 anos, sempre defendi que os direitos deviam ser iguais para todos independentemente de sermos do público ou do privado.

Como posso ficar “mudo” quando vejo que o valor médio das reformas no sector privado é quase metade do mesmo valor do sector publico? Só recentemente foi feito algo para que os trabalhadores neste campo sejam tratados da mesma forma.

O problema é que nunca se vai ao encontro das melhores práticas pois colocaram-se os trabalhadores do sector publico com os mesmos princípios do sector privado quando o desejável era precisamente o contrário.

Como posso ainda hoje perceber que um juiz (neste caso uma juíza……) do Tribunal Constitucional se tenha reformado com 10 anos de actividade e com menos de 40 anos?

É vergonhoso que TODA a classe política nada faça, para alterar estes princípios que ofendem quem trabalha.

É normal ainda que juízes, policias, militares ou médicos tenham um tratamento diferenciado no âmbito da Administração Publica?

É normal que para alem destas destrinças também elas existam, na função publica, entre trabalhadores que desempenham a mesma função tendo em conta a data em que foram admitidos? Não me parece normal!

Deixem-me, para finalizar, partilhar com vocês o preâmbulo da proposta do Governo a propósito da implementação das 35 Horas: “ Fomentar uma maior conciliação da vida familiar com a vida profissional e visa salvaguardar direitos retirados unilateralmente aos funcionários públicos”!

Muito bem, mas quem trabalha no privado não deve também ter acesso a estes direitos.

Quando diferenciamos não estamos a melhorar estamos a criar barreiras estamos a dizer que existem portugueses de primeira e outros de segunda ou como diz o povo uns são filhos outros são enteados.

publicado por Tubarão às 22:50

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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2016

Artistas

A política em Portugal foi, nas últimas semanas, dominada nos media por dois homens Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Portas.

O primeiro anunciou que que quer ficar, o segundo anunciou (mais uma vez) que se vai embora!

A cumplicidade da imprensa (seja ela qual for) é tão evidente com estes dois senhores que esquecem o que não deviam só ouvem o que lhes convêm e ainda querem dourar a pilula.

Com Paulo Portas tudo foi possível acontecer na política. Começou na JSD, mais tarde filiou-se no CDS e tornou-se um dos homens de Manuel Monteiro a quem viria a tirar o tapete.

Fez amizades com os reformados, agricultores, taxistas e feirantes que depressa esqueceu.

Passou pelas feiras com grande sacrifício pessoal.

Fez um acordo com Marcelo Rebelo de Sousa que depressa terminou, candidatou-se a Camara Municipal de Lisboa com resultado inferior “ao do táxi” .

Escreveu uma demissão mas voltou atrás quando António Guterres se demitiu horas antes.

Foi antieuropeu mas agora é federalista.

Tornou – se irrevogável sendo revogável, enfim uma série de cambalhotas (para ser simpático) que a qualquer outro seriam de bradar aos céus.

Como estamos a falar de Paulo Portas julgo que já nada nos admira nem mesmo esta lavagem que nos últimos dias temos assistido.

Enfim……………….

Falemos agora sobre Marcelo Rebelo de Sousa

Depois de anos e anos na TV onde debitava desde o futebol passando pelo social à política a sua candidatura era mais que anunciada.

Acontece que entre o anúncio da candidatura e a realização das eleições vão uns meses e por cada dia que passa Marcelo Rebelo de Sousa perde votos.

Todos estes anos levaram a um imenso registo documental onde o professor aparece um dia a dizer uma coisa e passados uns anos a dizer o seu contrário. O comentador tinha opinião sobre tudo, o candidato pelos vistos não tem opinião.

Diz, alto e bom som, que não é o candidato da direita tendo tido o desplante de afirmar que em último caso é a favor da nacionalização do Novo Banco se as condições de venda do mesmo não se verificarem.

Este desalinhamento entre o que se disse em tempos e o que agora se afirma vai continuar até ao último dia da campanha, conforme ficou provado no debate com Marisa Matias, onde meteu as mãos pelos pés relativamente à posição que tinha tomado em 2012 aquando da aprovação do orçamento de estado.

Confesso que começo a ver a morte das convicções, tal como afirma um amigo, tendo essa mesma falta de valores sido nos últimos tempos mais evidente à direita do que à esquerda.

Não estando ainda lé lé da cuca, julgo que faltam à direita referências e valores.

Pelo menos as referências e valores que sempre defendi.

(Intervenção de hoje na Radio Cruzeiro)

publicado por Tubarão às 23:00

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015

Marcelo e o eu fiz!

O meu amigo Manuel Monteiro não perdoa e ao mesmo tempo "refresca memorias".

Com a devida vénia ao jornal i

"Quando em 1995 António Guterres foi nomeado primeiro-ministro, Marcelo Rebelo de Sousa não era presidente do PSD.

O líder dos sociais-democratas era Fernando Nogueira, o mesmo que anunciou o voto contra do seu partido à primeira proposta de Orçamento de Estado apresentada pelo governo socialista de então. Essa proposta, é bom recordá-lo, viria a ser viabilizada com a abstenção do CDS-PP, tendo isso contribuído para que a legislatura se iniciasse sem percalços e pudesse seguir caminho até 1999.

Quero com isto dizer, que não teriam existido orçamentos aprovados em 1997, em 1998 e em 1999, se em 1995 os 15 deputados do Partido Popular não tivessem considerado que a estabilidade política era mais relevante, do que as profundas diferenças que entre si e o PS existiam.

Essa atitude dos deputados do CDS-PP esteve igualmente presente noutros momentos dessa legislatura, inclusive na discussão e votação de outros orçamentos, não obstante o agora candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa sistematicamente a ignorar e de forma deselegante, no mínimo deselegante, a querer fazer esquecer.

Nas suas palavras só ele existiu, só ele permitiu que a governabilidade fosse assegurada entre 1995 e 1999, só ele exigiu a realização de referendos e só ele garantiu a mobilização que deu a vitória do não à regionalização e ao aborto. De nada interessa se existiam outros partidos, outros protagonistas, outros intervenientes, porque tudo isso é coisa pouca, ou até inexistente, para quem se considera o princípio e o fim da vida política. Há pessoas assim, mas creio, sinceramente, que fica mal a Marcelo Rebelo de Sousa esta postura. "

Prof. da Univ. Lusíada

publicado por Tubarão às 18:36

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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2015

Existem almoços grátis!

O famoso Milton Friedman afirmou, já lá vão uns anitos, para uma questão que fazendo parte do nosso dia-a-dia às vezes esquecemo-nos: “não há almoços grátis”……

Queria ele dizer que tudo na vida tem um preço.

Confesso que neste fim-de-semana cheguei à conclusão que o premio nobel da economia estava “enganado”…………………….

No passado domingo almocei em Odivelas, com 13 amigos.

O Jorge, o João, o Joaquim, a Lurdes, os “Vitores”, o Eugénio, o António, o Luís, o Bruno, o Fernando, o Cunha e o José.

Falámos sobre tudo.

Rimos e relembramos projetos comuns, analisamos momentos já vividos e falámos sobre Odivelas.

Falamos sobre educação, sobre autarquias, sobre desporto (claro que falámos em Jorge Jesus), sobre a saúde, essencialmente sobre todo o que nos rodeia.

A sensação de liberdade e de partilha foi espetacular.

Conversamos sobre a Póvoa, Odivelas, Pontinha e todas as outras freguesias do concelho.

É muito salutar quando temos amigos, que entre uma garfada, nos fazem ver certas situações que nos passaram ao lado.

Pessoas que independentemente da sua cor politica (nesse aspecto o almoço foi quase tao abrangente como a AR pois julgo que não havia ninguém do PAN) têm a clareza de ver o que outros negam.

É tão engraçado ouvir falar quem sabe entre uma fatia de pão com presunto e um bom vinho tinto.

Falámos do que conhecemos e vamos continuar com estas tertúlias.

Projectos?

Esses existem sempre nestes odivelenses porque são pessoas empenhadas no meio que as rodeia, e conforme alguns gostam de afirmar é “a sociedade civil” a funcionar.

Quando se juntam pessoas ligadas umbilicalmente ao concelho e com raízes muito fortes na sociedade odivelense é natural que as ideias brotem.

Tomámos desde já uma decisão: Vamos continuar a comer bem, a conversar e a saborear o pão, o presunto e muito tinto!

Tenho amigos de todas as classes sociais.

Eles são gestores, professores catedráticos, policias, taxistas, electricistas, autarcas, etc.

Com todos eles aprendo sempre um pouco quando almoço, ou janto com eles, independentemente de quem paga o almoço.

publicado por Tubarão às 22:45

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015

Uns são traidores se falam na banca................

....................outros , como Cavaco Silva, trouxeram para a praça publica o mesmo tema. Enfim......

Aliás porque razão a Presidência da Republica tornou publicas as condições que Cavaco Silva exigiu a António Costa ?

Não devia ter havido algum recato ?

Os comandantes para exigirem devem sempre dar o exemplo pois só assim serão respeitados !

publicado por Tubarão às 15:08

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015

Talvez fosse bom haver um pouco mais de cuidado.....(2)

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publicado por Tubarão às 08:53

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