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Terça-feira, 21 de Abril de 2015

Greves

Desde 1917 que o direito a greve é praticamente universal.

Em Portugal, as greves nos últimos anos são praticamente só a nível do sector publico.

Muitas das empresas cujos trabalhadores recorriam à greve, quando eram publicas, a partir do momento em que foram privatizadas nunca mais houve uma paralisação.

Nos últimos anos as empresas de transporte, publicas, são as que mais vezes tem paralisado.

Os sindicatos são completamente dominados por partidos e estes fazem das entidades representantes dos trabalhadores maquinas da sua propaganda.

Vemos greves justas, como a que recentemente aconteceu na CP, onde os trabalhadores têm verbas por receber já lá vão mais de 10 anos. O Supremo Tribunal de Justiça já se pronunciou favoravelmente aos trabalhadores mas a empresa continua sem cumprir as suas obrigações.

E a justiça está onde ?

Vemos greves injustas, como as que têm sucedido ultimamente no Metro de Lisboa. As mesmas não são por causa de conflitos laborais, ameaças de despedimento, mas sim porque não querem outra entidade patronal que não seja o Estado. Não gostam deste Estado mas não querem outro patrão.

Nunca ouvi uma palavra dos representantes dos trabalhadores a propósito dos reformados do Metro (e da CP) terem sido espoliados dos acordos que celebraram com a empresa no passado .

Os pilotos da TAP ( e não só) anunciaram agora uma greve de 10 dias. Valerá a pena escrever algo sobre o que todos nós vemos como injusto, desadequado e ate a roçar a falta de respeito pelos portugueses que viram os seus ordenados e as suas reformadas sonegadas.

Como entender uma atitude destas?

Como perceber que façam greve porque querem dez ou mais de percentagem da nova empresa ? Como entender que façam greve depois de em Dezembro passado terem feito um acordo de paz social na empresa e agora rasgaram o mesmo .

Será que serão mesmo estas as verdadeiras razões da greve destes senhores ou estarão ao serviço de alguém relativamente ao processo de privatização da empresa

Convinha aliás publicar números a propósito do numero de trabalhadores sindicalizados por cada 100 trabalhadores. Os últimos registos não chegam a 30%. Convinha, também, que se fizesse um levantamento de quanto tempo, em média, um dirigente sindical se mantêm nesse mesmo lugar.

Estou-me a lembrar daquele senhor Mário Nogueira.

Antes de escrever estas linhas preocupei-me, durante a passada semana, em ouvir um trabalhador do metro reformado, um trabalhador da CP no activo e um trabalhador da TAP que não fosse piloto.

Depois cheguei à conclusão que a greve é um direito, mas mais universal para uns do que para outros.

(artigo de ontem para a Rádio Cruzeiro)

publicado por Tubarão às 08:33

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