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Quinta-feira, 31 de Março de 2016

Artigo publicado em que jornal ???????

Tribunal angolano dita sentença
 

O Tribunal Provincial de Luanda condenou os 17 cidadãos angolanos, que estão a ser julgados desde Novembro passado, a penas que vão dos dois a oito anos e seis meses de prisão, pelos crimes, entre outros, de actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores. A defesa e o Ministério Público anunciaram que iriam apresentar recurso para o Tribunal Supremo de Angola.

Face à instrumentalização deste processo em Portugal, o PCP, reafirmando a defesa do direito de opinião e manifestação e dos direitos políticos, económicos e sociais em geral, tem sublinhado a importância do respeito pela soberania da República de Angola, do direito do seu povo a decidir – livre de pressões e ingerências externas – o seu presente e futuro, incluindo da escolha do caminho para a superação dos reais problemas de Angola e a realização dos seus legítimos anseios.

Reiterando a defesa dos direitos e garantias dos cidadãos angolanos – e não se pronunciando sobre as motivações dos cidadãos angolanos envolvidos neste processo, nem sobre a forma como as autoridades angolanas intervieram no decurso deste –, o PCP tem igualmente reiterado que cabe às autoridades judiciais angolanas o tratamento deste ou de outros processos que recaiam no seu âmbito, no quadro do normal funcionamento das suas instituições e de acordo com a sua ordem jurídico-constitucional.

Neste sentido, e não esquecendo a longa guerra de subversão e agressão externa que foi imposta ao povo angolano e que tantos sofrimentos e destruição causou, o PCP tem sublinhado que não acompanha campanhas que, procurando envolver cidadãos angolanos em nome de uma legítima intervenção cívica e política, visam efectivamente pôr em causa o normal funcionamento das instituições angolanas e desestabilizar de novo a República de Angola, com a invocação de argumentos e pretextos já utilizados para justificar a ingerência externa exercida sobre outros países, nomeadamente no continente africano.

publicado por Tubarão às 19:00

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Segunda-feira, 7 de Março de 2016

Geringonça

A vergonha já não existe. A ética está às portas da morte.

Maria Luis Albuquerque uns meses depois de sair do governo resolveu dedicar-se de alma e coração (e mais qualquer coisita ….na ordem dos 100 mil euros, anuais mais prémios) a uma actividade nova.

Ainda na gestão a cargo do governo de Pedro Passos Coelho o Banif era do estado a sua representação competia à ex-ministra das Finanças que decidido vender os activos tóxicos do banco a empresas como a que agora acaba de a contratar: a Arrow.

Esta empresa adquiriu em 2015 a WhiteStar e a Gesphone passando a liderar o sector que representa em Portugal.  

É ilegal? Claro que não o é mas é no mínimo muito imoral.

Não é a primeira? Claro que não é mas de maus exemplos está o universo politico inundado.

Mais grave ainda, na minha modesta opinião, é o ex-primeiro ministro Pedro Passos Coelho vir defender “a sua dama” afirmando trata-se de chicana política.

Existem ocasiões em que o ficar caladinho é o melhor que se deve fazer, ainda para mais quando o Estado português acaba de perder uma acção para o Santander com custos para todos nós na ordem dos 1,8 mil milhões de euros por uma acção colocada pelo seu governo.

Depois de Ferreira do Amaral, Jorge Coelho, Manuela Ferreira Leite, Carlos César, Miguel Relvas entre muitos outros ex-governantes, voltamos a ver na praça pública a questão dos valores morais e éticos.

Lá vem outra vez a questão das liberdades e garantias, a tal comissão que existe na Assembleia da Republica, mas que só defende os interesses dos deputados, em vez de defender os interesses superiores do Estado.

Quem tem feito tudo para que o povo afirme sistematicamente que a classe politica “quer é tacho” é a própria classe política.

(Intervenção de hoje na Radio Cruzeiro)

publicado por Tubarão às 22:45

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Terça-feira, 1 de Março de 2016

As partes de um todo!

1 - O último outdoor do BE veio lançar a polémica, que já estava esquecida, sobre a adopção de crianças por casais do mesmo sexo.

Para alem de nada justificar o dito cartaz pergunto por que razão o Bloco não faz o mesmo com o profeta islâmico?

Os estados islâmicos não permitem a homossexualidade ao contrário das sociedades ocidentais mas contra esses o Bloco faz um cartaz é o “tanas”………………

A adoção de crianças por casais do mesmo sexo foi aliás a principal preocupação de um Estado que, infelizmente como vimos recentemente, não consegue garantir a segurança, dessas mesmas crianças quando identificadas em famílias de risco………………

Mesmo até as crianças que vivem num ambiente considerado normal estão sempre “sujeitas” aquilo que os pais consideram a normalidade. Como entender, por exemplo, que um casal deixe uma criança a dormir e vá para o casino?

Neste “novo mundo”, as crianças são os novos mártires. Ainda recentemente o Egipto condenou a prisão perpétua uma criança de 3 anos pelos alegados crimes de homicídio, destruição de propriedade e incitamento a motins e manifestações — num caso que remonta a 3 de Janeiro de 2014, quando a criança em questão tinha apenas um ano e meio de idade.

Como é possível tamanho aberração? Como é possível tamanho crime?

2 - Sou dos que tem escrito que o 25 de Abril tarda a chegar à justiça. Esta semana assistimos à detenção de um procurador acusado de corrupção o que indica que afinal, passados todos estes anos, o corporativismo está a terminar e novos ventos sopram.

Logo de seguida, sabemos que uma juíza pediu escusa de um julgamento mediático pelo facto de uma senhora se ter sentido mal tratada pela dita juíza. Pois é quem tem acesso a revistas e jornais ou melhor, quem domina os média pode arranjar forma de mudar o rumo de um julgamento mas quem não “tem esse poder” tem de comer e calar…………….

3 - Segundo leio, mas já sabia, o PCP passa a vida nos ministérios a discutir a política no dia-a-dia. Uma vez que o orçamento está aprovado espero que as mesmas forças políticas que o aprovaram se virem para o país real. Talvez possam seguir o exemplo do novo ministro da Saúde. Um homem já com trabalho realizado e que não vê a saúde através das contas do excel.

4 - Ouvi dizer, numa crónica de rádio, que os delegados presentes no Congresso da CGTP não são eleitos mas sim designados pelas direcções dos respectivos sindicatos. Não acredito, mas a ser verdade estamos perante um caso de défice democrático!

publicado por Tubarão às 19:52

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