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Sábado, 30 de Outubro de 2010

Benfica

 

Nesta foto , que amavelmente "fanei" do Eterno Benfica serve para prestar homenagem a dois grandes benfiquistas:

Manuel Vilarinho, cuja vitória sobre João Vale e Azevedo é relembrada agora e o meu estimado amigo e grande benfiquista Jorge Arrais.

 

 

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publicado por Tubarão às 00:38

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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Mercados

Anda meio mundo a falar dos mercados!

Deixo aqui o mercado que os portugueses bem conhecem, neste caso o Rosa Agulhas onde passo todos os dias.

 

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publicado por Tubarão às 00:45

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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Loja mais cara do mundo

Fica em Beverly Hills e os fatos custam 35.000 € !

Vejam a lista de clientes !

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publicado por Tubarão às 00:41

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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Publique-se

Este humilde Blog - http://tu-barao.blogs.sapo.pt/ -já ultrapassou os 17.000 visitantes em 3 anos e 9 meses de vida!

Sem batota, porque também sei como se faz !

A culpa destes números é da minha adorada Mariana , que me "obrigou" a criar o mesmo, que foi madrinha do nome e que todos os dias tem uma sugestão/critica para me transmitir!

Ah,com uma média de 12,5 visitantes diários tenho mais leitores que muitos jornais locais!

 

 

 

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publicado por Tubarão às 00:59

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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

Tambem receberá subsídio de desemprego ?

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publicado por Tubarão às 00:58

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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010

História da Carochinha por João César das Neves

Era uma vez uma carochinha que um belo dia andava a varrer a casa e encontrou uma moeda nova. Bem, não era pro- priamente uma moeda, mas apenas um papelinho, chamado Tratado de Maastricht, que dizia que, se ela se portasse bem, um dia podia ter a moeda única. A carochinha ficou muito contente, vestiu o seu melhor vestido e pôs-se à janela a cantar:

 

- Quem quer casar com a carochinha, que é formosa e bonitinha?

 

Passou por ali naquela altura um leão, chamado Cavaco, que disse: "Quero eu! Quero eu!" Mas o leão rugia muito alto, e garantia que para ter uma moeda única era preciso trabalhar, ter competitividade e vencer o desafio europeu. A carochinha respondeu:

 

- Ai que voz essa? Com tanto barulho não me deixas dormir! Contigo é que não quero casar!

 

O leão foi-se embora, voltando para a sua universidade, e a carochinha tornou a cantar:

 

- Quem quer casar com a carochinha, que é formosa e bonitinha?

 

Passou então um pato chamado Guterres, que disse "Quero eu! Quero eu!" O pato Guterres tinha uma viola e cantava muito bem sobre diálogo, coração, paixão da educação e outras coisas lindas. Foi então que veio a notícia de que a carochinha tinha sido aceite na moeda nova, o euro. Ficaram os dois muito contentes e, como estavam mesmo a planear casar-se, o pato comprou um grande caldeirão.

 

Durante um tempo os dois pareciam muito felizes mas, como o caldeirão tinha um furo, o pato gastava cada vez mais dinheiro para o encher e começaram a endividar-se nas mercearias das redondezas. A dívida externa da carochinha, que era de 8% do PIB quando o pato chegou, já ia nos 50%. Então o pato fugiu. Diz-se que foi cantar para a ONU, e de vez em quando ainda se ouvem as suas músicas na televisão.

 

A pobre carochinha, com a moeda única e a dívida do caldeirão a subir, foi de novo pôr-se à janela à procura de marido, cantando a sua canção. Nessa altura passou por ali o coelho Barroso, muito saltitão, que disse "Quero eu! Quero eu!"

 

Quando viu a situação, o coelho Barroso achou que a carochinha estava de tanga e começou a rugir como o leão. Só que agora, como de qualquer maneira não conseguia dormir de aflição por causa da dívida, a carochinha lá se conformou com o barulho, desde que se fizesse alguma coisa para resolver o buraco no fundo do caldeirão.

 

O coelho até tinha bons planos, mas um belo dia passou por ali uma carochinha belga, muito bonita e muito rica. Ela e o coelho apaixonaram-se e fugiram juntos, deixando a carochinha outra vez sozinha com a moeda única e o caldeirão. E já voltou a pobre à janela e à sua canção.

 

Até que passou por ali o belo galo Santana, que cantava muito bem. Só que o pai da carochinha, que não gostava nada de galos, expulsou-o rapidamente e eles nem tiveram tempo de conversar.

 

Mais uma vez a pobre carochinha teve de regressar à sua janela e à sua canção, enquanto a dívida externa do caldeirão já ia nos 65% do PIB. Passou finalmente o José Ratão, que disse logo que resolvia tudo. Este não rugia, como o leão ou o coelho, nem cantava, como o pato ou o galo. O que ele fazia era falar. Falava, falava muito. Tinha imensas ideias excelentes. Dizia que a solução era o Simplex, as reformas da administração pública, Segurança Social e outras coisas, e até ia conseguir tirar do caldeirão grandes obras, como o TGV, aeroportos e auto-estradas, tudo em parcerias público-privadas baratíssimas.

 

A carochinha ficou apaixonada e decidiu casar-se depressa até porque, apesar da conversa do José, as coisas estavam cada vez pior. Não só a dívida já ia acima dos 100% do PIB, mas na aldeia falava-se de uma vizinha, a carochinha grega, também solteira e com um caldeirão ainda maior, a quem as mercearias já ameaçavam atirar ao lobo FMI. Mas o Ratão sossegou-a, garantindo que a culpa da situação era das agências de rating e que ele resolveria tudo com PEC. Só que, quando se debruçava no caldeirão para tapar o buraco com o terceiro PEC, caiu lá dentro.

 

Assim acaba a história da linda Carochinha que achou uma moeda e do seu José Ratão, que morreu cozido e assado no caldeirão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Tubarão às 00:45

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Domingo, 17 de Outubro de 2010

Domingo

Hoje foi dia de cultura!

Comprámos livros ( eu e a Mariana) e fomos ao cinema.

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publicado por Tubarão às 23:17

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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Constituição da República Portuguesa - Memória de um Percurso

É o titulo do novo livro do meu amigo, Manuel Monteiro, que será apresentado amanhã, pelas 18,30H , no auditório 1 da Universidade Lusíada de Lisboa e onde faço questão de estar presente!

A apresentação será feita pelo Prof. Dr. Ricardo Leite Pinto, Vice- Chanceler das Universidades Lusíada.

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publicado por Tubarão às 16:34

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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Ao que "isto" chegou!

As secretárias de um ministério (identificado), vão almoçar ao C C Amoreiras!

Durante a refeição começa a chover copiosamente.

Uma das senhoras , eram 3, pega no telemóvel e diz a um motorista do referido ministério que as vá apanhar na porta "que dá para a Zara". Terminada a chamada uma das senhoras "avisa" as colegas que "amanha de manhã preciso que o motorista vá comigo a Sintra para visitar a minha a minha avó no lar" 

 

Lisboa Outubro de 2010

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publicado por Tubarão às 23:02

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Expliquem-me por favor

Como se pode concordar ou discordar de um documento, neste caso orçamento, sem se conhecer o mesmo ?

O nosso amigo Teixeira dos Santos quer que o nosso outro amigo, Pedro Passos Coelho diga que aprova o orçamento mas o documento não existe!

Temos ainda outra questão, com graça, o PSD está dividido entre o votar contra ( esta Direcção) e a abstenção ( os situacionistas ou melhor os cavaquistas)!

 

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publicado por Tubarão às 22:52

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