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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Finanças Regionais

A aprovação desta lei é , na minha opinião, uma afronta às zonas de Portugal com rendimentos mais baixos.

A Madeira já tem neste momento dos rendimentos per capita mais altos do país , senão mesmo o mais alto.

É , também, uma contradição politica.

Como posso limitar o endividamento de uma câmara e deixar que uma região autónoma gaste o que quer ?

Ah! e com retroactivos!

Quer dizer que na mesma área do território nacional vamos ter dois pesos e duas medidas?

Não brinquem comigo por favor!

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publicado por Tubarão às 00:27

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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

A Novela continua................

Com a devida vénia ao www.TVI24.IOL.PT :

Numa intervenção emocionada nas Jornadas Parlamentares do CDS, Mário Crespo explicou todo o episódio da polémica crónica link externo, e da conversa envolvendo o primeiro-ministro e Nuno Santos, director de programas da SIC, e revelou que o nome do comentador de Economia, Medina Carreira, também foi apontado como «um problema a resolver».

«No dia em que o Orçamento de Estado estava a ser preparado para ser apresentado no Parlamento, o chefe do Governo do meu país estava empenhado em produzir diagnósticos médicos sobre a minha sanidade mental. É curioso vindo de alguém que não tem, penso eu, credenciais nesse sentido. Mas poderá eventualmente consegui-las», disse irónico o jornalista.

«Um primeiro-ministro é uma dignidade de função tremenda neste país. Como é um ministro. São situações que transcendem a própria pessoa e por isso tem que se ter uma postura consentânea com a dignidade desse posto», afirmou.

Mário Crespo conta depois que «na conversa, que não foi longa, mas foi intensa [ou melhor, não foi bem uma conversa, foi um monólogo] foi dito a Nuno Santos: "Vocês têm de resolver o problema Mário Crespo e o problema Medina Carreira". Os dois em conjunto não o sabíamos, mas constituímos um problema».

Conversa relatada por «uma senhora» da mesa do lado

«Isto tudo em conversa muita rápida, muito colérica, que foi ouvida por uma pessoa numa mesa ao lado, é inevitável, e que me enviou um e-mail comovente, tocante. Posso dizer que é uma senhora erudita, mas nunca direi o nome dela», adiantou. «Ela transcreve, ipsis verbis determinados pontos. Ela sentiu que naquela descrição estava contido algo que, se não fosse interrompido, era um processo de continuidade muito perverso no país, na sequência de soluções já conseguidas para Manuela Moura Guedes, José Alberto Moniz, José Manuel Fernandes e Marcelo Rebelo de Sousa. E ela sentiu que havia necessidade de obstar a isto», disse ainda.

Mário Crespo contou depois que foi «confirmar que o almoço tinha tido lugar e naquelas circunstâncias que ela descreve e com os participantes que ela descreve».

«Perante isto, confrontei o outro elemento presente com os factos que me foram descritos», afirmou referindo-se a Nuno Santos. O jornalista conta que pensou: «Isto não pode ter sido dito sem ter sido violentamente contraditado. Estão em causa valores muito importantes e alguém que cuida destes valores teria contraditado». Mas «tanto não contraditou como me confirmou o teor da conversa», adianta.

«Perante isto eu pensei: tenho que fazer qualquer coisa. E decidi relatar», adianta. «Levei dois ou três dias a compor esta crónica, retirando-lhe emoções, linguagens despropositadas», conta Mário Crespo.

«Mandei a crónica às 5h da manhã de domingo, dia importantíssimo para mim porque fiz exame de patrão de costa e passei. E à meia-noite recebi a chamada do José Leite Pereira», explica. «Disse-me: "Não te posso publicar isto. Não posso chegar a esta hora da noite e ir confrontar o primeiro-ministro com estas afirmações". E eu disse-lhe: "Se não publicas, não escrevo mais para um jornal teu"», continua o jornalista a relatar.

«Falei com a minha mulher sobre o que iríamos fazer e eu lembro-me de lhe ter dito: "Eu não sei como isto vai acabar"», conta. «Tenho 63 anos. É muito tempo de uma série de confusões que eu julgava que neste estado a que o país chegou, eu julgava que não iríamos ter de voltar a enfrentar».

Numa intervenção em que deveria falar sobre o primeiro ano do mandato de Barack Obama, Mário Crespo acabou por passar a meia hora a falar sobre a polémica, sobrando poucos minutos para o tema original. «Sou um mártir? Não. Sou alguém que tenta defender-se simplesmente», disse a terminar.

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publicado por Tubarão às 17:38

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O tal artigo do Mário Crespo hoje no Correio da Manhã

O Fim da Linha

Mário Crespo
 

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

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publicado por Tubarão às 00:52

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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Postes de Alta Tensão

Teve lugar, no passado sábado, uma acção de sensibilização de modo a alertar para os perigos que estes postes podem causar.

Foi a primeira de muitas que se vão seguir!

 

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publicado por Tubarão às 00:59

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